dependência química 27

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dependência química 27

Brasil Dependência Química E Trabalho: Uso Funcional E Disfuncional De Drogas Nos Contextos Laborais Dependência Química E Trabalho: Uso Funcional E Disfuncional De Drogas Nos Contextos Laborais


Por meio deste conteúdo, vamos abordar a dependência química com toda a seriedade e complexidade que ela merece, tirar dúvidas e também deixar para trás alguns pensamentos ultrapassados que, eventualmente, ainda fazem parte do imaginário da maioria das pessoas. As amizades geralmente mudam e a pessoa passa a se relacionar com um novo grupo de amigos, afastando-se dos antigos. Ela assume riscos, passa a mentir mais sobre o seu consumo de substâncias, expõe-se a riscos e ainda abandona interesses pessoais. Por isso, se a sua família está enfrentando um problema de dependência química, procure uma equipe confiável para ajudá-los. Um médico de confiança ou um psicólogo, por exemplo, podem orientar em uma primeira conversa, indicando os primeiros passos. Outro ponto que deve ser observado é a quantidade da substância que o dependente precisa.
Hoje em dia, existem diversas maneiras de tratar essa doença séria, e é exatamente sobre isso que vou falar com mais detalhes a partir de agora. No entanto, isso não significa dizer que ela não seja perfeitamente tratável e que o indivíduo não possa retomar a sua qualidade de vida com uma supervisão adequada. Substâncias que são fumadas, como tabaco e maconha, podem desencadear problemas respiratórios graves, tais quais enfisemas e neoplasias de boca, faringe, laringe e pulmões. Um exemplo é quando age como vetor do HIV e da hepatite C no compartilhamento de seringas em drogas injetáveis.
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Assim, quanto mais informações e conhecimento sobre seu problema, maior será a chance de tratamento. O álcool e o fumo, por exemplo, são drogas lícitas, de acesso fácil e do comércio comum. Ambas são consideradas de alto risco de dependência, tendo em seus ingredientes elementos tóxicos.

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Ainda que cada paciente tenha o seu próprio caminho e histórico pessoal com o vício, ele não é o único nessa situação. No aconselhamento biopsicossocial, buscamos entender a realidade de cada paciente, revisitar o seu passado e, de forma individualizada e humana, compreender o seu quadro. Essa é uma abordagem moderna, que desmistifica aquela falsa ideia de que todo adicto usa drogas porque quer ou porque não tem caráter. Acredito e defendo que a dependência química deve ser tratada com toda a seriedade que merece. Somadas a esses fatores, temos a carência de um suporte social adequado, a falta de políticas públicas em ações educacionais e preventivas, a necessidade de aceitação em determinados grupos, a sensação de libertação, contravenção e a fuga das responsabilidades.


Dessa forma, ao invés de abordar os teóricos considerados como "clássicos" no tratamento do tema, preferimos privilegiar aqueles que, no nosso entender, mais se aproximaram da questão aqui tratada, isto é, do uso de drogas nos contextos de trabalho. Como foi na produção recente francesa que encontramos a contribuição mais interessante, optamos por expô-la aqui, mesmo cientes de que ela está longe de esgotar o assunto, além de não dar conta da nossa realidade, tão diversa da europeia. Apesar disso, ela oferece excelentes pistas para futuras pesquisas, mesmo deixando claro o caráter ainda incipiente das análises, se considerarmos que estas venham de um país que se encontra muitas décadas à nossa frente nesse tipo de discussão.
Por conta disso, a internação é recomendada para eliminar as substâncias nocivas do organismo e amenizar os seus efeitos colaterais. Equipes multidisciplinares e especializadas para receber, acolher e tratar esses pacientes são imprescindíveis para que o tratamento seja realizado de acordo com as necessidades do dependente químico. Não existe uma única alternativa para tratar o transtorno, ela pode variar de acordo com o quadro clínico do paciente. Geralmente, o tratamento se inicia com a redução de dano, que é quando a pessoa não aceita ajuda inicial e então profissionais de saúde auxiliam com medidas para reduzir os danos causados pela droga. A pessoa com dependência química sente que precisa usar a droga sempre mais para obter os mesmos efeitos.
No que concerne ao uso do álcool, é comum que tal mudança se manifeste, inclusive, no seu padrão de consumo, que deixa de ser em grupo para ser cada vez mais solitário. No Brasil, em 2021, o Sistema Único de Saúde (SUS) registrou 400,3 mil atendimentos a pessoas com transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de drogas e álcool. Neste domingo (20), no Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcolismo, o Ministério da Saúde traz um alerta para a saúde pública no País. Muitas pessoas acreditam que a doença não passa de um mero vício ou falta de caráter, o que não é verdade. A dependência química, além de doença, também é caracterizada como um tipo de transtorno mental.


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Dessa forma, ao atuar em um ambiente cada vez mais opressivo, que passa por um "verdadeiro período  de turbulência", esses advogados teriam dificuldades em admitir diante dos colegas "sua incapacidade de se adaptar", já que temem ser considerados como a "parte fraca" do sistema (p. 19). Assim, como não há cura para a dependência química, o indivíduo irá necessitar de tratamento constante, independente de estar fazendo o uso ou não da droga. Além disso, o uso durante a gestação, ambientes familiares onde há dependentes químicos, riscos de saúde
“Mais do que isso, a partir de agora, se você conhece alguém que precisa de ajuda e deseja tratamento contra a dependência química, basta ligar que uma equipe irá atender em domicílio. Não precisa ser especificamente pessoa em situação de rua, mas toda família, que tenha em casa alguém ou conheça alguém que queira deixar o mundo das drogas, pode solicitar esse apoio”, acrescenta o chefe do Executivo sorocabano. Promoção de ações de prevenção em parceria com Prefeituras, nos equipamentos de atendimento à população, visando prevenir o abuso de álcool e outras drogas, fornecendo informações para a promoção de autonomia e saúde. O SUS garante o atendimento e acompanhamento para quem tem qualquer tipo de dependência química. Quanto à faixa etária, o maior número de atendimentos fica entre aqueles que têm entre  25 e 29 anos, que somaram 303,7 mil registros em 2021, seguidos da faixa de 10 a 24 anos (49,4 mil) e, posteriormente, daqueles com 60 ou mais (38,4 mil).